ESTRUTURA ESPACIAL ARBÓREA DE UM REMANESCENTE NATURAL DE FLORESTA OMBRÓFILA MISTA

ESTRUTURA ESPACIAL ARBÓREA DE UM REMANESCENTE NATURAL DE FLORESTA OMBRÓFILA MISTA

O desconhecimento dos padrões ecológicos nas florestas naturais contribui para a busca por ferramentas inovadoras que investiguem suas relações e alterações espaciais. Para isso, atualmente, a geoestatística destaca-se como um conjunto de análises que possibilita a estimativa estatisticamente adequa...

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Título de la revista: Biofix Scientific Journal
Primer autor: Allan Libanio Pelissari
Otros autores: Afonso Figueiredo Filho;
Carlos Roberto Sanquetta;
Angelo Augusto Ebling;
Marcelo Roveda;
Vinicius Costa Cysneiros
Palabras clave:
Idioma: Portugués
Enlace del documento: https://revistas.ufpr.br/biofix/article/view/49094
Tipo de recurso: Documento de revista
Fuente: Biofix Scientific Journal; Vol 1, No 1 (Año 2016).
DOI: http://dx.doi.org/10.5380/biofix.v1i1.49094
Entidad editora: Universidade Federal do Paraná
Derechos de uso: Reconocimiento (by)
Materias: Ciencias de la Vida --> Conservación de la Biodiversidad
Ciencias de la Vida --> Agronomía
Ciencias de la Vida --> Silvicultura
Resumen: O desconhecimento dos padrões ecológicos nas florestas naturais contribui para a busca por ferramentas inovadoras que investiguem suas relações e alterações espaciais. Para isso, atualmente, a geoestatística destaca-se como um conjunto de análises que possibilita a estimativa estatisticamente adequada de uma variável e o seu mapeamento. Dessa forma, o presente trabalho objetivou modelar, mapear e relacionar os padrões e dinâmicas espaciais do estoque em área basal dos estratos arbóreos: inferior, médio e superior, de um remanescente de Floresta Ombrófila Mista na região Sul do Brasil. As informações da composição florística foram obtidas por meio de um inventário contínuo executado em 400 unidades georreferenciadas de 25 m x 25 m e mensuradas em 2002, 2008 e 2014. Posteriormente, a geoestatística foi utilizada para modelar os padrões espaciais e a krigagem ordinária pontual foi aplicada para compor os mapas temáticos. Os resultados corroboraram com a hipótese de que a estrutura da floresta apresenta dependência espacial e distribuição heterogênea ao longo dos levantamentos, cujos comportamentos espaciais dos estratos arbóreos estiveram relacionados às dimensões diamétricas dos indivíduos e à diversidade de espécies.