MECHANICAL HARVESTING OF COFFEE IN HIGH SLOPE

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MECHANICAL HARVESTING OF COFFEE IN HIGH SLOPE

Brazilian coffee farming is carried out both on flat and steep lands. In flat areas, mechanized operations are intensive; however, in steep slope areas, certain mechanized operations cannot be performed, such as harvesting. Based on this, the industry has developed machinery to harvest coffee in are...

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Translated title: COLHEITA MECANIZADA DO CAFÉ EM ELEVADAS DECLIVIDADES
Journal Title: Revista Caatinga
Main Author: Felipe Santinato
Other Authors: Rouverson Pereira da Silva;
Vantuir de Albuquerque Silva;
Carlos Diego da Silva;
Tiago de Oliveira Tavares
Palabras clave:
Traslated keyword:
Language: English
Get full text: http://periodicos.ufersa.edu.br/revistas/index.php/sistema/article/view/4937
Resource type: Journal article
Source: Revista Caatinga; Vol 29, No 3 (Year 2016).
Publisher: Universidade Federal Rural do Semi-Árido
Usage rights: Sin permisos preestablecidos
Subjects: Sciences --> Biology
Sciences --> Environmental Sciences
Applied Sciences --> Agriculture, Multidisciplinary
Applied Sciences --> Agronomy
Abstract: Brazilian coffee farming is carried out both on flat and steep lands. In flat areas, mechanized operations are intensive; however, in steep slope areas, certain mechanized operations cannot be performed, such as harvesting. Based on this, the industry has developed machinery to harvest coffee in areas with up to 30% slope. However, harvesters have their efficiency and operational performance influenced by land slope. Thus, this study aimed to evaluate the operational performance and harvesting efficiency of a steep-slope harvester under different situations, using different speed settings. The experiment was carried out in the county of Santo Antônio do Amparo, state of Minas Gerais, Brazil, using five coffee stands with 10, 15, 20, 25 and 30% slope. Evaluations were performed with a self-propelled harvester (Electron, TDI®, Araguari, MG, Brazil) at three rotation speeds (600, 800 and 1.000 rpm) and two ground speeds (800 and 1.000 m h-1). The results showed the lower speed (800 m h-1) was suitable for 10% slope areas since the amount of fallen coffee berries. For areas of 20% slope, harvesting time was 21.6% longer than in flatter areas. Downtime varied from 10.66 to 29.18% total harvest due to a higher number of maneuvers.
Translated abstract: A cafeicultura brasileira está presente em áreas planas e declivosas. Nas regiões planas a mecanização nas operações cafeeiras é intensa, do contrário, são as regiões declivosas, que não mecanizam algumas das operações, dentre elas a colheita. Para suplantar esta dificuldade a indústria vem desenvolvendo colhedoras capazes de colher em declividades de até 30%. O desempenho operacional e a eficiência de colheita são influenciadas pela declividade. Diante disto objetivou-se no presente trabalho avaliar o desempenho operacional e a eficiência de colheita de uma colhedora confeccionada para colher em elevadas declividades, testando suas principais regulagens. O experimento foi conduzido no município de Santo Antônio do Amparo, região do Sul de Minas Gerais, em cinco talhões com declividade de 10, 15, 20, 25 e 30%, utilizando uma colhedora Electron automotriz (TDI), testando três vibrações das hastes (600, 800 e 1.000 rpm) e duas velocidades (800 e 1.000 m h-1). Obteve-se que em na declividade de 10%, deve-se utilizar velocidades reduzidas (800 m h-1) para minimizar a quantidade de café caído. Em declividades acima de 20% a colheita mecanizada demanda 21,6% a mais de tempo para ser procedida que em declividades menores. O tempo de parada na operação da colheita mecanizada corresponde a 10,66 a 29,18% do tempo total de colheita, em função do maior número de manobras.