Evernote e Facebook aceleração tecnológica: arquivos eternos de memórias virtuais?

Evernote e Facebook aceleração tecnológica: arquivos eternos de memórias virtuais?
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Evernote e Facebook aceleração tecnológica: arquivos eternos de memórias virtuais?

O uso da rede social Facebook e do aplicativo Evernote são analisados como possíveis ferramentas de arquivamento de memórias individuais e coletivas de internautas, que podem garantir a manutenção de registros online de experiências sociais, assim como recursos que permitem ao pesquisador a subseque...

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Journal Title: Lumina
Main Author: Vera Dodebei
Other Authors: Rosali Henriques;
Marcela Werneck
Palabras clave:
Language: Portuguese
Get full text: https://lumina.ufjf.emnuvens.com.br/lumina/article/view/128
Resource type: Journal article
Source: Lumina; Vol 7, No 1 (Year 2013).
Publisher: Universidade Federal de Juiz de Fora
Usage rights: Reconocimiento (by)
Subjects: Social Sciences --> Communication
Abstract: O uso da rede social Facebook e do aplicativo Evernote são analisados como possíveis ferramentas de arquivamento de memórias individuais e coletivas de internautas, que podem garantir a manutenção de registros online de experiências sociais, assim como recursos que permitem ao pesquisador a subsequente análise das informações registradas sob um ponto de vista científico. Discutimos a relação entre os dois aplicativos sob o viés da memória social no âmbito da cibercultura, enfatizando a necessidade de esquecer para abrir espaço às novas lembranças. Apresentamos dois estudos de caso: Net-ativismo e a Aldeia Maracanã e Os jovens nativos digitais e a memória do presente investigados tanto no Facebook, que parece não mais garantir disponibilidade de memória, quanto no Evernote, que objetiva ser um sistema personalizado de cópia de segurança em „nuvem‟ (cloud computing), em que seu próprio ícone, um elefante verde, remete à ideia de uma memória infalível. Embora possuam objetivos diferentes de uso, ambos possuem uma intenção de preservação da memória virtual. Sendo assim, concluímos com as questões: será que podemos afirmar que esse desejo de eternizar essa memória virtual é legítimo e, se for, será plenamente satisfeito?