Knowledge and professional practice on conservation of vaccines

Knowledge and professional practice on conservation of vaccines
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Knowledge and professional practice on conservation of vaccines

Objetivo: Avaliar conhecimentos e práticas adotadas para conservação de imunobiológicos por profissionais de salas de vacina no Piauí. Método: Estudo desenvolvido nas 23 salas de vacina de 14 municípios. Os dados foram coletados por meio de entrevistas, observação e análise documental. Foram realiza...

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Journal Title: Revista de Pesquisa: Cuidado é Fundamental Online
Main Author: Malena Almeida
Other Authors: Telma Maria Evangelista Araújo;
Benevina Maria Vilar Teixeira Nunes;
Maria Eliete Batista Moura;
Maria do Carmo de Carvalho e Martins
Traslated keyword:
Language: Portuguese
Get full text: http://www.seer.unirio.br/index.php/cuidadofundamental/article/view/4510
Resource type: Journal article
Source: Revista de Pesquisa: Cuidado é Fundamental Online; Vol 6, No 5 (Year 2014).
DOI: http://dx.doi.org/10.9789/2175-5361.2014.v6i5.10-21
Publisher: Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro
Usage rights: Reconocimiento - NoComercial - SinObraDerivada (by-nc-nd)
Subjects: Applied Sciences --> Nursing
Abstract: Objetivo: Avaliar conhecimentos e práticas adotadas para conservação de imunobiológicos por profissionais de salas de vacina no Piauí. Método: Estudo desenvolvido nas 23 salas de vacina de 14 municípios. Os dados foram coletados por meio de entrevistas, observação e análise documental. Foram realizadas análises univariadas. Resultados: Nas 23 salas de vacinas visitadas, 86,2% dos profissionais eram técnico/auxiliar de enfermagem,93,1% receberam treinamento em vacinação, 62,1% tinham até cinco anos de trabalho em sala de vacina. A maioria (69%) apresentou conhecimento “Regular” e prática “Inadequada” (65,5%). O conhecimento “Inadequado” foi observado naqueles com maior tempo de formado (17,4 anos) e um maior tempo de sala de vacina (7 anos). Em contrapartida a prática classificada como “Regular” foi observada entre os que tinham maior tempo de trabalho em sala de vacina (8,3 anos). Conclusão: É importância investir na capacitação desses profissionais, uma vez que o conhecimento e a prática não foram considerados satisfatórios.