The contributions of the social network in the process of deinstitutionalization of madness

The contributions of the social network in the process of deinstitutionalization of madness
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The contributions of the social network in the process of deinstitutionalization of madness

Objetivo: Conhecer a rede social de uma moradora de um Serviço Residencial Terapêutico (SRT) do município de Caxias do Sul - RS. Métodos: Trata-se de um estudo qualitativo, descritivo e exploratório, sendo um recorte do Projeto de Pesquisa Redes que reabilitam – avaliando experiências inovadoras de...

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Journal Title: Revista de Pesquisa: Cuidado é Fundamental Online
Main Author: Gabriella Bastos Ferreira
Other Authors: Valéria Cristina Christello Coimbra;
Luciane Prado Kantorski;
Ariane da Cruz Guedes
Palabras clave:
Traslated keyword:
Language: Portuguese
Get full text: http://www.seer.unirio.br/index.php/cuidadofundamental/article/view/3093
Resource type: Journal article
Source: Revista de Pesquisa: Cuidado é Fundamental Online; Vol 6, No 3 (Year 2014).
DOI: http://dx.doi.org/10.9789/2175-5361.2014.v6i3.976-986
Publisher: Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro
Usage rights: Reconocimiento - NoComercial - SinObraDerivada (by-nc-nd)
Subjects: Applied Sciences --> Nursing
Abstract: Objetivo: Conhecer a rede social de uma moradora de um Serviço Residencial Terapêutico (SRT) do município de Caxias do Sul - RS. Métodos: Trata-se de um estudo qualitativo, descritivo e exploratório, sendo um recorte do Projeto de Pesquisa Redes que reabilitam – avaliando experiências inovadoras de composição de redes de atenção psicossocial (REDESUL). Foi desenvolvido por meio de observações de campo, análise de registros em prontuários, confecção de ecomapa e Mapa Individual da Pessoa. Resultados: Percebe-se que com a reforma psiquiátrica e a criação dos serviços substitutivos, em especial os SRT, os moradores desses espaços foram reinseridos na sociedade e tiveram a possibilidade de recuperar sua autonomia para estabelecer novas redes sociais. Conclusão: Surge o desafio para que as redes sociais não se limitem apenas aos serviços, mas que possam ser tecidas em outros espaços sociais, impulsionando a liberdade prevista pela reforma psiquiátrica.