Carlos Alcaraz
Sem o espanhol, o evento em quadra rápida contará com nomes de peso no topo do ranking, como Alexander Zverev, Felix Auger-Aliassime e Alex de Minaur. Zverev, inclusive, vem de uma derrota marcante para Alcaraz na semifinal do Australian Open, em um confronto histórico que durou 5h27, o mais longo da história do torneio australiano.
Mesmo após perder o primeiro set para um Djokovic focado no 25º troféu de Major, Alcaraz reagiu com intensidade, impôs ritmo nos ralis e confirmou a condição de número 1 do mundo. Aos 38 anos, o sérvio, dez vezes campeão em Melbourne, encontrou dificuldades diante da potência física e da criatividade do espanhol, que vinha de uma dura vitória do rival sobre Jannik Sinner na semifinal. Com apenas 22 anos, Alcaraz entra para um grupo seleto de cinco tenistas que venceram os quatro Grand Slams na Era Aberta, alcançando o feito mais cedo do que Nadal, Federer e o próprio…
Mesmo enfrentando câimbras e dores no adutor, que quase o levaram ao abandono, o líder do ranking ATP mostrou enorme resiliência. Alcaraz salvou match points, resistiu fisicamente e confirmou a vitória no set decisivo, reforçando o status de favorito ao título em Melbourne. Na decisão, o espanhol busca completar o Career Grand Slam e se tornar o tenista mais jovem da história a conquistar os quatro principais torneios do circuito. Número 1 do mundo há mais de 56 semanas, Alcaraz aguarda o vencedor do confronto entre Jannik Sinner e Novak Djokovic para disputar a final.
Líder do ranking mundial e dono de seis títulos de Grand Slam, Alcaraz dominou a partida mesmo diante da torcida local. De Minaur, atual número 6 do mundo, também buscava uma vaga inédita na semifinal, mas não conseguiu conter o espanhol. Na próxima fase, Alcaraz enfrenta o alemão Alexander Zverev, terceiro colocado do ranking, em duelo marcado para sexta-feira (30/1), ainda sem horário definido.
Atual bicampeã, Sabalenka superou Anastasia Potapova em dois tie-breaks, e agora enfrentará a jovem canadense Victoria Mboko, de 19 anos, que eliminou a favorita Clara Tauson. Já Gauff precisou reagir após perder o primeiro set no torneio e virou sobre Hailey Baptiste. O dia também foi marcado por surpresas: a americana Iva Jovic, de apenas 18 anos, derrubou a sétima cabeça de chave Jasmine Paolini. Em busca do inédito título em Melbourne, Alcaraz segue dominante e encantou o público com pontos plásticos, reforçando o status de um dos grandes nomes do torneio.
Depois de um início irregular, Alcaraz precisou buscar reação no primeiro set, decidido apenas no tie-break após 1h18 de disputa. A partir daí, o número 2 do mundo cresceu em quadra, impôs maior velocidade aos golpes e passou a controlar o jogo diante do potente saque do rival. No terceiro set, mesmo após atendimento médico a Hanfmann, o espanhol manteve o ritmo, conquistou duas quebras e fechou o confronto com autoridade, confirmando seu favoritismo na estreia do torneio.
Além do espetáculo em quadra, o encontro rende cifras expressivas fora dela. Cada jogador receberá cerca de R$ 12,5 milhões apenas para participar do evento amistoso, que faz parte da série de exibições incluídas no calendário de ambos neste início de temporada. Alcaraz e Sinner optaram por não disputar torneios oficiais antes do Australian Open, primeiro Grand Slam do ano, que começa na próxima segunda-feira (12). Juntos, eles dominaram o circuito recente, conquistando os últimos oito títulos de Grand Slam. Rivais frequentes, os dois já se enfrentaram 16 vezes ao longo da carreira, com vantagem para Alcaraz, que soma 10…
Ferrero explicou que, ao término da temporada, é natural que contratos sejam revistos e que existiam pontos nos quais não havia consenso. Para ele, o desfecho poderia ter sido diferente caso houvesse mais diálogo. “Havia questões que não estavam alinhadas. Se tivéssemos sentado para conversar, talvez fosse possível chegar a um acordo, mas isso não aconteceu. No fim, seguimos caminhos distintos”, declarou. O ex-técnico ressaltou ainda que o último ano foi muito positivo esportivamente e que jamais houve conflitos pessoais entre eles. O espanhol também fez questão de afastar rumores de que o término teria sido motivado por questões financeiras.…
No texto, Alcaraz destacou a dificuldade do momento e confirmou a decisão tomada em conjunto. Após mais de sete anos de trabalho lado a lado, jogador e treinador optaram por encerrar o ciclo iniciado em 2018, quando o tenista tinha apenas 16 anos. Sob o comando de Ferrero, Alcaraz viveu a fase mais vitoriosa da carreira. Foram seis títulos de Grand Slam conquistados: US Open em 2022 e 2025, Wimbledon em 2023 e 2024, além de Roland Garros em 2024 e 2025. Nesse período, o espanhol também alcançou o posto de número 1 do mundo em duas ocasiões. Embora não…
Em entrevista, Alcaraz destacou a maturidade do jovem de 19 anos e sua rápida ascensão no tênis: “João cresceu muito rápido no circuito. É um menino maduro, com os pés no chão e uma ótima equipe ao lado. Se ele tiver dúvidas, estarei aqui. Não me importaria em ajudá-lo. É um garoto incrível”, declarou o espanhol. Profissional desde 2018, Alcaraz já soma seis títulos de Grand Slam, dois em Wimbledon, dois em Roland Garros e dois no US Open, e é considerado a principal referência da nova geração do tênis mundial. João Fonseca, que iniciou sua trajetória no circuito principal…
Nas oitavas de final, diante do alemão Daniel Altmaier, então número 84 do ranking, Alcaraz protagonizou um momento de pura genialidade: pressionado no fundo da quadra, devolveu a bola com uma “grand willy”, golpe executado de costas e por entre as pernas, e venceu o ponto em grande estilo. A jogada rapidamente viralizou e agora está entre as dez finalistas ao prêmio de Ponto do Ano. A votação segue aberta até o dia 10. Mas o espanhol não está sozinho na briga. Entre seus principais concorrentes aparece Novak Djokovic, que disputa o troféu com um lance de altíssimo nível executado…
O número 1 do mundo acumulou 4.420 pontos nesses torneios, marca que lhe renderia US$ 4,8 milhões (cerca de R$ 25,8 milhões). No entanto, as ausências nos Masters 1.000 de Toronto e Xangai resultaram em um corte de 50% na premiação, reduzindo o montante a US$ 2,4 milhões (pouco mais de R$ 12,9 milhões). Alcaraz também não disputou Madri, mas como cumpriu compromissos comerciais durante o evento, evitou uma punição mais severa. Vice-líder em pontos no recorte da ATP, Jannik Sinner não teve a mesma sorte. O italiano ficou fora de quatro torneios mandatórios, Indian Wells, Miami, Madri e Toronto,…
A dupla, ambos na casa dos 20 anos, dividiu novamente os quatro Majors da temporada e se enfrentou em seis finais, consolidando um domínio semelhante ao dos tempos de ouro de Roger Federer, Rafael Nadal e Andy Murray. Com Novak Djokovic, aos 38 anos, ainda ativo e competitivo, a transição entre gerações parece avançar rapidamente. “É empolgante, não é?”, afirmou Hutchins à Reuters. “Toda vez que vemos lendas chegando ao fim de suas carreiras, surgem outros nomes que elevam o nível do esporte. Tivemos campeões históricos e jogadores extraordinários. Agora, esses dois continuam a se desafiar e a evoluir ,…
Em entrevista ao jornal Marca, após a derrota para Jannik Sinner na final do ATP Finals, Alcaraz analisou a rivalidade com o italiano e destacou que, apesar da ascensão de uma nova geração, Djokovic segue como referência absoluta no circuito. “Djokovic continua jogando. Os anos passam, mas ele segue aí. É o número quatro do mundo, chegou às semifinais de todos os Grand Slams e mantém nível e motivação. É verdade que nos últimos anos Jannik e eu estivemos mais presentes nas grandes finais, mas de cabeça somos nós dois. Talvez estejamos iniciando uma nova geração”,avaliou. Questionado sobre a possibilidade…
“O João é um jogador incrível, impressionante. Saca muito bem, tem uma direita especial”, elogiou Alcaraz, que voltou a destacar a ascensão meteórica do jovem de 19 anos. Terminar entre os 30 melhores na primeira temporada completa é algo admirável, realmente impressionante. Fonseca, que iniciou o ano como o 113º do mundo, encerra 2024 na 24ª posição, igualando o terceiro melhor ranking da história do tênis brasileiro, atrás apenas de Gustavo Kuerten e Thomaz Bellucci. Apesar dos elogios, Alcaraz avaliou que ainda há espaço para evolução: “ Se há algo em que ele precisa melhorar um pouco é na mobilidade”.…