
A WTA anunciou uma mudança significativa na política de elegibilidade do tênis feminino. A partir desta terça-feira, todas as atletas que desejarem disputar o circuito profissional precisarão realizar um teste genético de gênero, feito apenas uma vez por meio de exame de sangue ou swab de saliva.
O objetivo é identificar a presença do gene SRY, ligado ao cromossomo Y. Caso o resultado seja positivo, a jogadora passará por uma avaliação médica antes de uma decisão sobre sua elegibilidade.
Com a nova regra, a WTA passa a adotar critérios baseados no sexo biológico e deixa de permitir a participação de mulheres trans no circuito feminino. A entidade afirmou que a política busca preservar a igualdade de condições na competição e será aplicada de forma "respeitosa e digna".
A decisão acompanha a recente orientação do Comitê Olímpico Internacional (COI), que também determinou a adoção de testes genéticos para competições olímpicas a partir dos Jogos de Los Angeles 2028.




