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Durinho se despede do UFC após nocaute em Winnipeg; Ticotô brilha e leva bônus de performance

O card realizado em Winnipeg, no Canadá, no último sábado (18), marcou o fim de uma era para o MMA brasileiro. Gilbert Burns, o “Durinho”, anunciou sua aposentadoria após ser derrotado por Mike Malott por nocaute técnico, aos 2min08s do terceiro round.

Logo após o combate, o ex-desafiante ao cinturão protagonizou um dos momentos mais simbólicos do esporte: deixou suas luvas no centro do octógono, gesto tradicional que sela a despedida definitiva. Assim, encerra uma trajetória de 12 anos no Ultimate Fighting Championship.

Emocionado, Durinho refletiu sobre a própria carreira e destacou o comprometimento até o último momento.

“Trabalhei duro para essa luta. Fiz um grande camp e sei que não deixei nada para trás. Tive uma excelente carreira, enfrentei os melhores e nunca recusei um desafio”, declarou.

Ao longo de sua caminhada no UFC, Burns construiu um cartel respeitado e protagonizou lutas marcantes. Entre elas, o duelo contra Khamzat Chimaev e a disputa de cinturão contra Kamaru Usman, em 2021.

Mesmo sem conquistar o título, o brasileiro encerra sua carreira consolidado como um dos nomes mais duros e consistentes da divisão, reconhecido pela entrega dentro do cage e pelo respeito conquistado entre atletas e fãs.

Se a noite foi de despedida para um veterano, também teve espaço para o brilho de uma promessa brasileira. Marcio Barbosa, conhecido como “Ticotô”, foi um dos destaques do evento ao faturar o bônus de Performance da Noite.

Revelado no Contender Series, o lutador de 27 anos precisou de pouco mais de um minuto para nocautear Dennis Buzukja, ampliando sua marca para 15 nocautes na carreira.

Entre despedidas emocionantes e novos talentos surgindo, a noite em Winnipeg resumiu bem o ciclo natural do MMA: enquanto ídolos se despedem, outros começam a escrever suas próprias histórias

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