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Ayrton Senna: 32 anos da morte que parou o Brasil e eternizou um ídolo da Fórmula 1

Nesta sexta-feira (1º), o Brasil relembra os 32 anos da morte de Ayrton Senna, um dos momentos mais marcantes da história do esporte mundial. O tricampeão faleceu após um acidente no Grande Prêmio de San Marino de 1994, disputado em Ímola, na Itália. A confirmação oficial veio horas depois, provocando comoção imediata no país.

A repercussão foi global, com homenagens de líderes internacionais e fãs ao redor do mundo. O corpo chegou ao Brasil em 4 de maio, e São Paulo virou palco de uma despedida histórica: cerca de dois milhões de pessoas acompanharam o cortejo, enquanto outras 200 mil passaram pelo velório na Assembleia Legislativa.

O adeus ganhou contornos simbólicos com nomes como Emerson Fittipaldi, Alain Prost e Rubens Barrichello carregando o caixão do piloto, sepultado no Cemitério do Morumbi, hoje, um local de peregrinação para fãs.

Nascido em São Paulo, Senna construiu uma carreira brilhante desde o kart até a elite da Fórmula 1. Foram 162 GPs, três títulos mundiais, 41 vitórias e 65 poles. Mais do que números, deixou um legado de talento, intensidade e conexão rara com o público, que, décadas depois, ainda o mantém vivo na memória coletiva.

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