
As negociações entre São Paulo e Jonathan Calleri ganharam um novo capítulo, mas seguem longe de um desfecho positivo. Em reunião realizada nesta segunda-feira (6), no CT da Barra Funda, a diretoria apresentou uma nova proposta de renovação com valores inferiores aos discutidos anteriormente, aumentando o clima de impasse.
Com contrato válido apenas até o fim da temporada, o atacante já pode assinar um pré-contrato com qualquer outro clube. A nova oferta prevê R$ 2 milhões em luvas e salário de até R$ 1,5 milhão por mês, sem bônus por metas esportivas, modelo diferente da proposta anterior elaborada pela antiga gestão do departamento de futebol.
Os representantes de Calleri consideraram a reformulação um retrocesso nas negociações. O estafe do argentino havia solicitado valores mais elevados, além do pagamento de pendências financeiras e premiações por desempenho.
Apesar de ser um dos líderes do elenco e ídolo da torcida, a diretoria são-paulina avalia com cautela um investimento elevado para renovar com um atacante de 32 anos. Com isso, o cenário para a permanência de Calleri no Morumbi é, neste momento, considerado desfavorável.



