A Copa Libertadores 2026 começa nesta semana com forte presença brasileira não apenas entre os clubes do país, mas também espalhada por equipes estrangeiras. Além dos representantes nacionais, o torneio contará com ao menos seis jogadores e dois treinadores brasileiros atuando por times de fora, reforçando o protagonismo do Brasil no cenário sul-americano.
Um dos principais polos dessa “exportação” é o Sporting Cristal, do Peru, que reúne quatro atletas brasileiros no elenco: Cris Silva, Gabriel, Gustavo Cazonatti e Felipe Vizeu. O clube ainda é comandado pelo técnico Zé Ricardo, contratado recentemente após a saída de Paulo Autuori. A equipe peruana está no grupo do Palmeiras e surge como um adversário a ser observado.
Também em Lima, o Universitario conta com o jovem brasileiro Miguel Silveira, revelado pelo Fluminense. Já o Deportes Tolima, da Colômbia, tem no elenco o goleiro Neto Volpi, formado na base do Figueirense.
No Equador, a tradicional LDU Quito aposta na experiência brasileira para buscar protagonismo. O time é comandado por Tiago Nunes e conta com o atacante Deyverson, conhecido pelo gol decisivo na final da Libertadores de 2021. A equipe integra o Grupo G, ao lado do Mirassol.
A presença de brasileiros em clubes estrangeiros reforça a influência do país no continente, mesmo fora de suas fronteiras. Esse movimento é reflexo da força do futebol nacional, que segue dominante na Libertadores e exportando talentos para toda a América do Sul.






