A FIFA descartou a possibilidade levantada por Donald Trump de incluir a Itália no lugar do Irã na próxima Copa do Mundo FIFA. A ideia, que ganhou repercussão internacional, não encontrou respaldo nem na entidade máxima do futebol nem no próprio governo italiano.
De acordo com o jornal El País, a proposta é considerada inviável por questões esportivas e regulamentares. Caso haja alguma mudança envolvendo o Irã, o cenário mais provável apontado é a entrada dos Emirados Árabes Unidos, que ficaram próximos da classificação nas eliminatórias asiáticas.
A reação na Itália também foi imediata. O ministro do Esporte, Andrea Abodi, classificou a sugestão como “intempestiva e inviável”. Já o ministro da Economia, Giancarlo Giorgetti, adotou um tom ainda mais duro, chamando a hipótese de “vergonhosa”.
Nos bastidores do futebol internacional, o entendimento segue claro: a vaga pertence ao Irã, que garantiu sua classificação dentro de campo. Recentemente, o presidente da Fifa, Gianni Infantino, reforçou essa posição ao afirmar que a seleção iraniana estará no torneio.
“A equipe iraniana virá, com certeza. Eles se classificaram e representam seu povo. Esperamos que o cenário até lá seja de tranquilidade”, declarou.
O episódio evidencia como decisões esportivas seguem critérios técnicos e regulatórios, mesmo diante de pressões externas, mantendo o princípio de que a classificação para a Copa do Mundo é definida dentro das quatro linhas






