A CONMEBOL anunciou nesta terça-feira (7) a nova estrutura de premiação para a Copa Libertadores e a Copa Sul-Americana de 2026, com valores reajustados e bônus por desempenho ainda mais relevantes na fase de grupos.
Na Libertadores, o campeão poderá ultrapassar a marca de 40 milhões de dólares (cerca de R$ 206 milhões) ao longo da campanha, um salto significativo em relação à edição anterior. Apenas pelo título, o clube vencedor receberá 25 milhões de dólares, enquanto o vice ficará com 7 milhões.
A fase de grupos segue premiando o desempenho: cada vitória renderá 340 mil dólares, valor superior ao pago em 2025. Além disso, a participação nesta etapa garante 1 milhão de dólares, com cifras progressivas nas fases eliminatórias.
Já na Sul-Americana, a premiação total pode chegar a 12,9 milhões de dólares. O campeão embolsa 10 milhões, enquanto o vice recebe 2,5 milhões. Assim como na Libertadores, o torneio também mantém o pagamento por vitória na fase de grupos, agora fixado em 125 mil dólares por triunfo.
O aumento das cifras reforça a importância das competições no planejamento financeiro dos clubes. Especialistas do mercado esportivo apontam que as premiações deixaram de ser apenas um bônus e passaram a ter papel estratégico no orçamento das equipes, impactando diretamente investimentos, montagem de elenco e competitividade.
Por outro lado, o crescimento das receitas também traz desafios. A dependência de resultados esportivos para equilíbrio financeiro exige uma gestão mais cautelosa, já que a expectativa de ganhos elevados pode não se concretizar dentro de campo.
Com receitas em expansão e maior atratividade comercial, a Conmebol busca fortalecer suas competições e reduzir a distância para os principais torneios do futebol mundial, consolidando a Libertadores e a Sul-Americana como pilares econômicos do futebol sul-americano.






