
A seleção dos Estados Unidos encontrou uma forma diferente de cuidar dos jogadores durante a Copa do Mundo de 2026. Além dos tradicionais métodos de recuperação física, o elenco tem contado com a presença de cães resgatados para aliviar a pressão emocional do torneio.
A iniciativa, aprovada pelo técnico Mauricio Pochettino, faz parte da rotina da equipe em Atlanta. Os animais pertencem a uma organização de resgate e são levados ao centro de treinamento para que os atletas possam interagir com eles após as partidas, reduzindo o estresse e favorecendo o bem-estar mental.
A estratégia busca equilibrar o desgaste físico e psicológico de uma competição de alto nível, especialmente em um Mundial disputado em casa.
Dentro de campo, os Estados Unidos avançaram às oitavas de final como líderes do Grupo D, com vitórias sobre Paraguai e Austrália, apesar da derrota para a Turquia na última rodada. Agora, os anfitriões enfrentam a Bósnia nesta quarta-feira (1º), às 21h (de Brasília), em busca de uma vaga nas quartas de final da Copa do Mundo.



