Wolff rebate rivais e defende legalidade do novo motor da Mercedes na F1
Especulações apontam que Mercedes e Red Bull estariam explorando uma suposta brecha nas regras relacionada à expansão térmica de componentes, o que poderia colocar em desvantagem equipes com motores Ferrari, além de Audi e Aston Martin, esta última com propulsores Honda. Wolff, no entanto, negou qualquer irregularidade.
“Está tudo claro e transparente no regulamento. A comunicação com a FIA sempre foi positiva”, afirmou o dirigente, que criticou a postura dos adversários. “Em vez de se organizarem melhor, fazem reuniões secretas e tentam inventar testes que não existem.”
O austríaco ainda sugeriu que as reclamações podem servir como desculpa antecipada para resultados abaixo do esperado. A FIA, por sua vez, minimizou a controvérsia e afastou a possibilidade de protestos que atrapalhem a abertura da temporada, no GP da Austrália, em 8 de março.
Segundo Wolff, dados iniciais de testes indicam um equilíbrio maior entre as equipes, reduzindo o temor de uma nova era de ampla dominância, como a vivida pela Mercedes a partir de 2014, quando conquistou oito títulos seguidos de construtores.
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