Para disputar a Fórmula 1, todo piloto precisa renovar anualmente a superlicença emitida pela Federação Internacional de Automobilismo (FIA). Em 2026, o custo do documento será especialmente alto para Lando Norris. Atual campeão da categoria, o piloto da McLaren terá uma taxa de renovação superior a 1 milhão de euros, segundo o site Motorsport, valor que, normalmente, é arcado pelas equipes.
A cobrança da FIA inclui uma taxa fixa de 11,8 mil euros, além de um valor adicional de 2,39 mil euros por ponto conquistado na temporada anterior. Com 423 pontos em 2025, Norris chega ao montante de aproximadamente 1,02 milhão de euros (cerca de R$ 6,43 milhões).
O vice-campeão Max Verstappen também ultrapassa a marca milionária, com custo estimado em R$ 6,39 milhões para a Red Bull. O recorde histórico, no entanto, segue com o próprio holandês, que pagou 1,21 milhão de euros em 2023 após uma campanha dominante.
Entre os brasileiros, Gabriel Bortoleto terá uma renovação bem mais modesta. Com 19 pontos conquistados na última temporada, o piloto fará a Audi desembolsar cerca de R$ 359,8 mil. Já quatro competidores pagarão apenas a taxa básica: Franco Colapinto, que não pontuou em 2025, além de Sergio Pérez, Valtteri Bottas, ambos de volta à F1 em 2026 pela Cadillac, e o estreante Arvid Lindblad.