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Sob pressão, Thomas Frank prega calma e diz que Tottenham precisa “fortalecer a cultura” para reagir

20:11, 30 novembro 2025
Aline Feitosa
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O momento não é dos melhores no Tottenham, mas Thomas Frank garante que não pretende se desviar do caminho que acredita ser o ideal para reconstruir o clube. Nesta quinta-feira (27), o treinador dinamarquês afirmou que seguirá “confiando no processo” para superar a primeira grande turbulência desde sua chegada ao norte de Londres.

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O início animador rapidamente deu lugar a um clima de apreensão, alimentado pela má fase recente, especialmente nos jogos em casa. A dura derrota por 4 a 1 no clássico contra o Arsenal, no último domingo, expôs fragilidades defensivas e intensificou as críticas ao trabalho do técnico. Três dias depois, apesar de um desempenho ofensivo mais promissor, o Tottenham acabou derrotado por 5 a 3 pelo Paris Saint-Germain na Liga dos Champions.

O retrospecto recente preocupa: apenas uma vitória nos últimos seis jogos e um único triunfo como mandante na Premier League, ainda na estreia contra o Burnley.

Questionado sobre como lida com o momento, Frank destacou a importância da consistência e da confiança interna.

“Confio na minha experiência, na comissão técnica, nos jogadores e na liderança do clube. É isso que nos permite avançar como estrutura”, afirmou. “Seguimos conversando, analisando vídeos, ajustando detalhes, treinando. Melhoramos pouco a pouco, fortalecendo diariamente a cultura e o estilo de jogo. É esse o caminho.”

Apesar das falhas defensivas, o dinamarquês valorizou a atitude ofensiva exibida contra o PSG, contrastando com o desempenho apático no clássico contra o Arsenal, partida em que o time registrou apenas 0,07 de xG (gols esperados).

“Quando você joga mal, dói e irrita. Ontem doeu de outro jeito: foi frustrante, mas ao mesmo tempo deixou uma sensação melhor porque competimos”, avaliou. “Vi mais do caráter da equipe que quero construir. Precisamos continuar.”

Com o confronto contra o Fulham marcado para sábado, Frank reconhece a urgência de uma vitória, mas reafirma que o plano para o clube vai além do imediatismo.

“Quando cheguei, meu objetivo era ganhar o próximo jogo, mas também construir algo duradouro. Se você não constrói uma base que permanece, nada disso faz sentido”, concluiu.

Publicado em: Notícias,
Rostos: Thomas Frank
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