Política de imigração dos EUA levam Werder Bremen a cancelar tour nos Estados Unidos
Filbry citou episódios de violência envolvendo agentes do Serviço de Imigração e Alfândega dos EUA (ICE) no estado de Minnesota, onde ocorreram tiroteios que geraram protestos e críticas ao governo federal.
Em janeiro, uma mulher de 37 anos foi morta a tiros por um agente do ICE durante uma operação em Minneapolis, em um caso amplamente divulgado que gerou intensa reação pública e questionamentos sobre a justificativa oficial do ocorrido.
Relatos de confrontos e mortes em meio à presença de agentes federais, além de investigação sobre uso da força e relatos de contradições entre narrativas oficiais e vídeos do incidente, alimentaram o debate sobre segurança e direitos civis no país.
Filbry também mencionou dificuldades com as exigências de entrada nos EUA, que agora incluem análise detalhada de perfis em redes sociais dos últimos cinco anos, o que torna incerta a participação de alguns jogadores.
Além dos fatores externos, o Werder Bremen enfrenta desafios esportivos e financeiros. O clube ocupa a 16ª posição no Campeonato Alemão e não disputa competições europeias nesta temporada, circunstâncias que influenciaram a decisão de recalcular a rota internacional. “A atual conjuntura dificulta o planejamento e pode acarretar certos riscos financeiros”, explicou Filbry, destacando a necessidade de cautela na definição de compromissos do clube no exterior.
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