Palou é condenado a pagar US$ 12 milhões à McLaren por quebra de contrato
O caso envolve a rescisão de um contrato assinado em outubro de 2022. Palou optou por não cumprir o acordo com a McLaren para permanecer na Chip Ganassi Racing, que exerceu uma cláusula de renovação. Campeão da Indy 500 em 2025, o espanhol se manteve na equipe norte-americana, o que levou a McLaren a acionar a Justiça.
Inicialmente, a McLaren pediu cerca de US$ 31 milhões em indenização, valor depois reduzido para US$ 20,7 milhões. Mesmo com a condenação abaixo do solicitado, o CEO da McLaren Racing, Zak Brown, classificou o resultado como adequado e afirmou que a equipe teve prejuízos comerciais relevantes.
Palou, por sua vez, disse que o tribunal rejeitou acusações mais amplas, especialmente ligadas à Fórmula 1, e considerou exageradas as demandas iniciais da McLaren. O piloto afirmou estar avaliando seus próximos passos jurídicos. A Chip Ganassi Racing confirmou que arcou com os custos legais do espanhol e reiterou total apoio ao atleta.
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