A lutadora brasileira Iasmin Lucindo aceitou a punição de nove meses de inelegibilidade imposta pela Combat Sports Anti-Doping (CSAD) após violar a política antidoping do UFC. Um exame realizado fora de competição, em 24 de setembro de 2025, apontou a presença de mesterolona, substância proibida pertencente à classe dos agentes anabólicos.
Em comunicado divulgado na última terça-feira (27), o UFC informou que a atleta colaborou integralmente com as investigações. Segundo a CSAD, as evidências indicam que a exposição à substância ocorreu de forma acidental, possivelmente por contaminação de suplementos manipulados adquiridos em uma farmácia no Brasil.
Diante da cooperação da lutadora e da conclusão de que não houve uso intencional para ganho de desempenho, o período de suspensão foi reduzido para nove meses. A punição é válida desde a data da coleta da amostra e se encerra em 24 de junho de 2026.
Revelada no MMA profissional em 2017, Iasmin Lucindo estreou no UFC em 2022 e soma cinco vitórias e duas derrotas na organização.