Gianni Infantino completa 10 anos à frente da FIFA entre expansão e controvérsias

Aline Feitosa
O presidente da Fifa, Gianni Infantino, celebra nesta quinta-feira (26) uma década no comando da entidade máxima do futebol, desde que foi eleito em fevereiro de 2016 para suceder Joseph Blatter, afastado em meio a um escândalo de corrupção.

A gestão de Infantino ficou marcada por mudanças estruturais e ambições de expansão global. O maior exemplo será a Copa do Mundo de 2026, que pela primeira vez reunirá 48 seleções e será co-organizada por Estados Unidos, México e Canadá, alterando o modelo tradicional de 32 times.

Além disso, sob sua liderança surgiram novos formatos de torneios, como a reformulação da Copa do Mundo de Clubes em 2025.

No futebol feminino, também houve mudanças: a competição mundial passará a contar com 48 seleções a partir de 2031, expressando um movimento de maior inclusão da modalidade.

No entanto, a gestão de Infantino não ficou isenta de polêmicas. Sua aproximação com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, incluindo a entrega do chamado Prêmio da Paz ao líder norte-americano , suscitou críticas e levantou questionamentos sobre a neutralidade política da Fifa.

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