Franquias da NBA cogitam contratos de até US$ 100 milhões para calouros

Aline Feitosa
A declaração do comissário da NBA, Adam Silver, sobre a possibilidade de extinguir o Draft movimentou os bastidores da liga. A proposta, debatida recentemente com proprietários de franquias, teria como objetivo reduzir o “tank”, estratégia de perder jogos para garantir melhores escolhas no recrutamento.

Segundo Brian Windhorst, da ESPN, algumas equipes já avaliam cenários em que poderiam oferecer contratos de até US$ 100 milhões a jogadores recém-saídos do basquete universitário, caso o modelo de seleção seja alterado no futuro.

“Conversei com um executivo hoje, logo após Darryn Peterson marcar 23 pontos em 18 minutos. Existe uma movimentação em torno disso”, afirmou o jornalista no podcast The Hoop Collective, destacando o impacto das recentes atuações de destaque no cenário universitário.

Apesar dos rumores sobre uma possível mudança já em 2026, a medida é considerada inviável no curto prazo. Franquias negociaram escolhas de Draft até 2032, e, a partir de junho, já poderão envolver picks de 2033 em trocas. Ou seja, qualquer reformulação no sistema exigiria anos de transição antes de se tornar realidade.

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