F1 mantém GP da Austrália apesar de caos aéreo causado por conflito

Aline Feitosa
A organização do Grande Prêmio da Austrália demonstrou confiança de que os impactos do conflito no Oriente Médio não vão comprometer a abertura da temporada 2026 da Fórmula 1, marcada para este fim de semana, entre 6 e 8 de março, em Melbourne.

De acordo com a BBC, cerca de mil profissionais ligados à operação do evento precisaram reorganizar viagens após cancelamentos de voos ao redor do mundo. Aproximadamente 500 integrantes do paddock serão levados da Europa em três fretamentos especiais para assegurar a realização da etapa.

O CEO da F1 australiana, Travis Auld, afirmou que a logística está sob controle e que os ajustes ficaram sob responsabilidade da categoria. Segundo ele, toda a carga das equipes já chegou ao destino, e os maiores impactos atingiram times baseados na Europa que utilizam rotas pelo Oriente Médio.

Após Melbourne, o calendário segue para China e Japão antes das corridas no Bahrein e na Arábia Saudita, em abril. A organização destacou ainda que as próximas três provas não serão disputadas no Oriente Médio e garantiu estar pronta para adaptar o cronograma, caso necessário.

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