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Em meio a fase turbulenta, Fighting Nerds discute futuro de atletas e Sucupira defende liberdade e evolução

00:01, 2 janeiro 2026
Aline Feitosa
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A temporada de 2025 tem sido desafiadora para a Fighting Nerds, tanto dentro quanto fora do octógono. Depois de uma ascensão meteórica no UFC, o time passou a conviver com incertezas após uma sequência de resultados negativos envolvendo seus principais nomes, cenário que alimentou especulações sobre possíveis mudanças no elenco da equipe.

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Em poucos meses, o quarteto formado por Caio Borralho, Jean Silva, Carlos Prates e Maurício Ruffy, que havia chegado à organização de forma invicta e com grande destaque, sofreu derrotas consecutivas, levantando questionamentos sobre o momento vivido pela equipe. O tema foi abordado pelo treinador Pablo Sucupira, que falou abertamente sobre a situação em entrevista ao podcast Direto de Vegas.

Para o técnico, a ideia de que um atleta não pode mudar de equipe ficou no passado. “Isso não existe mais. Colocar esse peso nas costas de um lutador é injusto. Ele está tentando vencer na vida. Se ele deixa de fazer o melhor por medo de me desagradar, o erro é meu. Isso me obriga a evoluir como treinador. Minha missão é ser a melhor opção para os meus atletas. Se eu não for, é natural que eles busquem outro caminho. Da minha parte, o que cabe é melhorar, estudar e evoluir”, afirmou Sucupira.

O caso de Maurício Ruffy ilustra bem essa nova dinâmica. O lutador tem luta marcada para o UFC 325, no dia 31 de janeiro, em Sydney, e realizará parte de sua preparação na Austrália, onde treinará com nomes de peso como Alexander Volkanovski e Israel Adesanya. Antes disso, Ruffy também passou pela Tailândia, na Bangtao Muay Thai, ampliando sua experiência internacional.

Segundo Sucupira, o local de treino não é o ponto central, desde que o atleta esteja evoluindo. Ainda assim, o treinador reforça que uma eventual saída da Fighting Nerds não aconteceria sem diálogo. No momento, inclusive, não há indícios concretos de ruptura, e o próprio Ruffy já tratou de esfriar os rumores.

“Eu disse ao Ruffy que muito do que a Fighting Nerds se tornou também passa por ele. Ele fez muito pelo time. O que eu mais quero é ver ele feliz. Se um dia ele disser que não dá para continuar, eu vou argumentar, porque acredito que ainda há muito caminho para trilharmos juntos. Mais do que isso, eu tenho uma história enorme com esses caras e quero vê-los bem”, concluiu o treinador.

Entre resultados, reflexões e ajustes, a Fighting Nerds vive um momento de reconstrução, apostando no diálogo e na evolução como pilares para retomar o protagonismo no UFC.

Publicado em: Notícias,
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