Draymond Green reconheceu, pela primeira vez, que pode deixar o Golden State Warriors antes do fim da janela de transferências. O ala-pivô revelou que a própria franquia o alertou sobre a possibilidade de troca, em conversa com o técnico Steve Kerr, o que fez os rumores ganharem peso nos bastidores.
Aos 35 anos, o veterano afirmou encarar o cenário como parte do negócio, embora admita o impacto pessoal, especialmente para a família. Após 13 temporadas em San Francisco, Green destacou que não guarda ressentimentos e entende que uma negociação pode ser o melhor caminho para a equipe.
“Isso é uma situação que nunca vivi antes. Por isso, não tenho um manual sobre como me comportar. Se chegar o momento em que tenha que dizer tchau, então tchau. Não sei… Acho que é encarar como sempre, como negócios, jogar e seguir em frente. Mas, se as pessoas querem saber se estou chateado, a resposta é não. Se essa troca for o melhor para a franquia, eles devem fazer”, explicou o veterano.
Caso a saída se confirme, o Warriors encerrará um dos capítulos mais marcantes da NBA recente. Escolhido apenas na segunda rodada do Draft de 2012, Green foi peça-chave na conquista de quatro títulos e se consolidou como um dos maiores defensores da história da liga.
Steve Kerr também confirmou o diálogo e destacou o peso emocional do momento, mas foi categórico ao projetar o legado do jogador: independentemente do desfecho, Draymond Green seguirá como um dos maiores ídolos da história da franquia.