Convocação no curling italiano gera polêmica por possível favorecimento às vésperas da Olimpíada

Aline Feitosa
A seleção feminina de curling da Itália virou alvo de controvérsia após a convocação de Rebecca Mariani, de 19 anos, para os Jogos Olímpicos de Inverno de Milano-Cortina. A atleta é filha do diretor técnico da equipe, Marco Mariani, o que levantou suspeitas de favorecimento às vésperas da competição.

Quem reagiu publicamente foi Angela Romei, cortada da lista final após anos defendendo a seleção. Em entrevista ao La Stampa, a atleta questionou os critérios adotados e criticou o momento e a forma da decisão, comunicada por telefone pelo próprio diretor técnico. Segundo Romei, a troca ocorreu a menos de um mês da Olimpíada e envolveu uma jogadora considerada inexperiente.

Diante da repercussão, a Federação Italiana de Esportes no Gelo (FISG) afirmou que a escolha foi exclusivamente técnica. Em nota, a entidade explicou que Rebecca foi convocada como reserva por sua versatilidade, capaz de atuar em todas as posições da equipe, o que daria maior segurança ao elenco.

Rebecca Mariani já disputou torneios internacionais pela equipe principal nesta temporada e participou dos Jogos Olímpicos da Juventude em 2024. A seleção italiana será liderada por Stefania Constantini, campeã olímpica em Pequim-2022 na prova de duplas mistas.

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