Conselho do São Paulo marca votação de impeachment de Julio Casares para o dia 14
Para que o impeachment seja aprovado nesta etapa, será necessário o apoio de dois terços dos membros do Conselho Deliberativo. Isso significa que, dos 255 conselheiros aptos a votar, ao menos 171 precisarão se manifestar favoravelmente ao afastamento do mandatário tricolor.
Caso o Conselho Deliberativo aprove o pedido, o processo avançará para uma nova fase. O clube terá de convocar uma Assembleia Geral de sócios no prazo máximo de 30 dias. Nessa instância, o cenário muda: a decisão será tomada por maioria simples dos votos, definindo em caráter definitivo a permanência ou não de Casares na presidência.
O pedido de impeachment ocorre em meio a uma grave crise política interna. A gestão de Julio Casares passou a ser questionada após denúncias envolvendo o dirigente, além da repercussão negativa causada pela comercialização considerada irregular de camarotes do estádio do MorumBis durante a realização de shows, episódio que acirrou os ânimos nos bastidores do clube.
Apesar do ambiente conturbado, o Conselho Consultivo do São Paulo se posicionou contra o afastamento do presidente em reunião realizada na última terça-feira (6). Ainda assim, o parecer não é vinculante. A decisão final sobre o prosseguimento do processo cabe exclusivamente ao Conselho Deliberativo, que se reunirá na próxima semana para votar o futuro da atual gestão.
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