A escalada do conflito no Oriente Médio pode impactar o calendário da Fórmula 1. O chefe da Mercedes, Toto Wolff, afirmou nesta sexta-feira (6) que espera a realização dos Grandes Prêmios do Bahrein e da Arábia Saudita, mas reconheceu que a situação geopolítica torna o futuro das corridas incerto.
Ataques envolvendo Estados Unidos, Israel e Irã provocaram o fechamento de aeroportos na região, incluindo no Bahrein, e elevaram o nível de alerta no Golfo. As etapas estão previstas para ocorrer entre 10 e 12 de abril, no Bahrein, e uma semana depois na Arábia Saudita.
Wolff destacou que, diante do cenário, o automobilismo não é prioridade. Segundo ele, caberá ao CEO da Fórmula 1, Stefano Domenicali, e à Federação Internacional de Automobilismo (FIA) avaliar a situação e decidir sobre o calendário.
Outras categorias também acompanham a crise. A MotoGP já admite dificuldade para realizar o GP do Catar, enquanto o Mundial de Endurance cancelou sua corrida de abertura que seria disputada no país.