Os recentes ataques coordenados dos Estados Unidos e de Israel contra o Irã, no último sábado (28), elevaram a tensão política e agora geram incertezas sobre a presença da seleção iraniana na Copa do Mundo de 2026, que será disputada nos Estados Unidos, Canadá e México a partir de junho.
O presidente americano, Donald Trump, classificou as operações como “grandes combates” com o objetivo de enfraquecer as forças armadas iranianas e seu programa nuclear. A ofensiva já provocou confrontos e intensificou o clima de guerra na região.
Em meio à crise, o presidente da Federação Iraniana de Futebol, Mehdi Taj, declarou que, após os ataques, é “improvável” que o país possa olhar com otimismo para o Mundial, mesmo estando classificado para a competição e com jogos marcados contra Nova Zelândia, Bélgica e Egito em junho nos EUA. Ele ressaltou que a decisão final sobre a participação cabe às autoridades esportivas.
A entidade máxima do futebol mundial, a FIFA, afirmou que está monitorando de perto a situação enquanto continua o diálogo com os governos envolvidos, reforçando que a segurança de atletas e torcedores é prioridade.
Caso o Irã não confirme presença, a FIFA poderá buscar alternativas para manter o formato completo do Mundial, incluindo possíveis substitutos na competição, uma situação que ainda está sendo avaliada pelas autoridades.