CBF apresenta modelo de fair play financeiro para 2026 e mira sustentabilidade dos clubes brasileiros
A iniciativa tem como objetivo promover maior equilíbrio econômico entre os participantes das Séries A e B do Campeonato Brasileiro já a partir do próximo ano. A fiscalização e a aplicação das regras ficarão sob responsabilidade da Agência Nacional de Regulação e Sustentabilidade do Futebol (ANRESF), órgão recém-criado para monitorar a saúde financeira dos clubes.
Segundo a CBF, o Sistema de Sustentabilidade Financeira (SSF) será estruturado em quatro pilares principais: controle de dívidas em atraso, equilíbrio operacional, limitação dos custos com o elenco e gestão da capacidade de endividamento de curto prazo. O projeto foi inspirado em modelos já consolidados em ligas europeias, como Espanha, França e Inglaterra.
Apesar das semelhanças com os regulamentos internacionais, o modelo brasileiro terá uma diferença significativa: não haverá limite para injeção de capital por parte de sócios ou acionistas. A entidade acredita que essa flexibilidade permitirá que clubes com investidores consigam se reorganizar com maior rapidez, sem comprometer a competitividade geral do campeonato.
Com o novo fair play, a CBF espera estabelecer um ambiente mais sustentável, transparente e seguro para o desenvolvimento do futebol brasileiro nos próximos anos.
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