Cadillac estreia na F1 mirando evolução e rejeita papel de lanterna, dizem Pérez e Bottas

Aline Feitosa
Mesmo estreante na Fórmula 1, a Cadillac não entra no grid para “cumprir tabela”. A equipe apoiada pela General Motors fará sua estreia em 8 de março, no GP da Austrália, com motores Ferrari, e quer evitar a última colocação já no primeiro ano. Para Sergio Pérez, terminar na lanterna seria “uma grande decepção”, considerando o investimento e a estrutura montada para o projeto.

Fora da F1 em 2025 após deixar a Red Bull, o mexicano afirmou à Reuters que a chegada à Cadillac representa um recomeço ambicioso. “Sabemos que não vamos disputar o título, mas queremos evoluir rápido e superar algumas equipes”, disse o piloto de 36 anos, que volta a trabalhar com o engenheiro Carlo Pasetti, seu antigo parceiro na Racing Point.

Companheiro de Pérez, Valtteri Bottas também destacou a grandiosidade do projeto, simbolizada pelo comercial exibido durante o Super Bowl, visto por mais de 120 milhões de pessoas. O finlandês pondera que os resultados levarão tempo, mas mantém o foco no crescimento. “Não importa onde começamos, e sim onde podemos chegar juntos”, afirmou.

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