Botafogo estreia na Libertadores 2026 em Potosí e tenta superar desafio da altitude

Aline Feitosa
A altitude volta a cruzar o caminho do Botafogo na Libertadores. Eliminado em 2025 pela LDU, em Quito, o time carioca inicia a edição de 2026 diante do Nacional Potosí, na Bolívia, a 4.000 metros acima do nível do mar, um dos cenários mais desafiadores do continente.

No ano passado, o Alvinegro venceu a LDU por 1 a 0 no Rio, mas não sustentou a vantagem na volta. Em Quito, a 2.850 metros, sofreu derrota por 2 a 0 e deu adeus ao torneio nas oitavas de final, na primeira experiência do técnico Davide Ancelotti na altitude.

Agora, o desafio é ainda maior. Em Potosí, poucos brasileiros conseguiram triunfar. Cruzeiro, Flamengo, Fluminense, Fortaleza e Paraná não venceram partidas contra Real Potosí ou Nacional Potosí em competições continentais. A única exceção foi o Palmeiras, que superou o Real Potosí em 2009.

O Botafogo tenta escrever um novo capítulo e deixar para trás o fantasma da altitude logo na largada da Libertadores 2026.

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