Após ataque de Trump, esquiador dos EUA reafirma orgulho olímpico e critica divisão no país
Hess afirmou que está ansioso para representar o país na competição, marcada para o dia 19 de fevereiro, mas reforçou críticas ao atual cenário político e social norte-americano. “Amo meu país, mas parte do que torna os EUA especiais é a liberdade de apontar o que precisa melhorar. As Olimpíadas unem as pessoas, e precisamos disso em tempos de divisão”, escreveu.
A polêmica começou na cerimônia de abertura dos Jogos, quando Hess disse em entrevista coletiva que era “difícil” defender os EUA diante de acontecimentos recentes, citando a instabilidade causada por ações do serviço de imigração (ICE), que resultaram inclusive na morte de dois cidadãos americanos em uma operação no mês passado.
A declaração irritou Trump, que reagiu nas redes sociais afirmando que o atleta não deveria integrar a equipe olímpica. O novo posicionamento de Hess recebeu apoio de outros esportistas, como Gus Kenworthy, que elogiou a postura do colega e também já criticou publicamente as ações do governo.
Apesar da controvérsia, Hess reforçou que seguirá focado na competição e em representar os Estados Unidos no palco olímpico.
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